Um dióspiro caminha, em toda a sua plenitude motora, ao longo de um vasto e verdejante planalto. Vagueando, depara-se com um hipopótamo cor-de-rosa com um pequeno corno na sua testa.
Prontamente o dióspiro inquire:
- Quem és tu, bichinho rosado?
O grande hipopótamo responde:
- Sou um unicórnio, dióspiro.
- Como sabes tu o meu nome?! – surpreende-se o fruto parvo.
- Pois… Sabes que tu n…
Interrompendo o pobre animal, o dióspiro coloca uma nova questão:
- Unicórnio? Mas tu és um hipopótamo. Um hipopótamo panisgas, já agora. Com um falo na testa.
Irritado, o hipopótamo retorque:
- Que imaturo…
Puff. O dióspiro acorda, abandonando algo que nunca fora mais que um sonho, desperto pela mística vivência de uma bichinha unicórnia proferir o seu nome completo. Ele encontra-se agora no escritório – a deusa omnipotente e pouco pudica a quem chamam internet sumiu outra vez.

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